O final do século passado legou ao seu sucessor, o século XXI, o movimento de políticas públicas comprometidas com a transparência. Essa palavra tornou-se a novidade do momento político, tão carente de credibilidade popular. Foi tanta ênfase que, ao tornar as contas da gestão pública acessível ao cidadão, parecia ter encontrado a política infalível de garantia do uso da coisa pública aos fins dados, sob publicidade do empreendido à verificação do cidadão, quanto ao seu resultado corresponder ao menor gasto à obtenção do maior benefício ou empreendimento. Transparência na administração pública era a novidade metodológica da política que o governo presbiteriano vivenciou desde as suas primeiras expressões no século XVI. E, posteriormente, influenciou as futuras nações modernas com o entendimento de que República e Democracia capengariam sem transparência. No governo presbiteriano (calvinista) a transparência na destinação das ofertas recebidas pode ser considerado o outro motivo, juntame...
Estamos numa época em que os pronomes de tratamento estão em desuso e até não são compreendidos. Fui ensinado a usá-los e me expressar com devido respeito às pessoas. Logo, saiu por ai colocando em prática o que aprendi. Outro dia, ao cumprimentar uma mulher, tratei-a como senhora. Ela, num lance de indignação, respondeu: “Você está me achando velha?” Respondi calmamente: “Não, estou lhe achado digna de respeito!” Quando o respeito é tido como desrespeito, torna-se preocupante o relacionamento humano! Um termo no meio presbiteriano que é usado aos ministros do Evangelho, mas pouco compreendido, é o pronome de tratamento “reverendo”. Se a mulher viu-se indignada com o tratamento de “senhora”, já presenciei pastor presbiteriano com tal lance de indignação. Certa vez, cumprimentei um ministro com tratamento de reverendo e ele me exortou: “Por favor, me chame de pastor. O termo reverendo é muito forte e formal. Reverência somente a Deus”. Que coisa! Eu não estava de forma al...