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SLI E GOVERNO PRESBITERIANO: FIDELIDADADE E TRANSPARÊNCIA

O final do século passado legou ao seu sucessor, o século XXI, o movimento de políticas públicas comprometidas com a transparência. Essa palavra tornou-se a novidade do momento político, tão carente de credibilidade popular. Foi tanta ênfase que, ao tornar as contas da gestão pública acessível ao cidadão, parecia ter encontrado a política infalível de garantia do uso da coisa pública aos fins dados, sob publicidade do empreendido à verificação do cidadão, quanto ao seu resultado corresponder ao menor gasto à obtenção do maior benefício ou empreendimento. Transparência na administração pública era a novidade metodológica da política que o governo presbiteriano vivenciou desde as suas primeiras expressões no século XVI. E, posteriormente, influenciou as futuras nações modernas com o entendimento de que República e Democracia capengariam sem transparência. No governo presbiteriano (calvinista) a transparência na destinação das ofertas recebidas pode ser considerado o outro motivo, juntame...

REV. CYRO DE OLIVEIRA († 11/9/22)

Certa vez, ouvindo-o falar no plenário do Presbitério, pensei: "Realmente, a graça de Deus estacionou nele como bondade e meiguice." Isso mesmo! O falecimento de nosso pastor jubilado, rev. Cyro de Oliveira, nesse 11/09/2022, fez-me pensar que se viu o triunfo da bondade pastoral através de seu ministério.

Nascido em 15/01/1938 e com profissão de fé e batismo na 1ª Igreja Presbiteriana de Santos, foi ordenado ministro do Evangelho pelo Presbitério de Santos (PRST) em 13/01/1991, aos 52 anos, e jubilado em data de 16/07/2010, por resolução do SC/IPB-2010, após pastorear a Igreja Presbiteriana de Marapé e cooperar com a Igreja Presbiteriana de Vicente de Carvalho e Congregação da Enseada.

Casado com Arlete Carvalho de Oliveira, com quem teve 04 filhos, ambos filhos de pais crentes presbiterianos, oriundos de Juquiá/SP, onde foram evangelizados pelo saudoso rev. Wyllis Robert Banks e sua esposa D. Vicência, vieram a residir em Santos, onde outros irmãos participavam da fundação do trabalho presbiteriano na Baixada Santista.

Dos bancos da classe de crianças da Escola Dominical, da igreja localizada na rua Carvalho de Mendonça, 323, Bairro do Campo Grande, participou ativamente da liga juvenil (UPA e UMP), ocupando vários cargos até mesmo sua presidência. Na área musical foi membro do coral e quarteto masculino, sob regência do rev. Pérsio Gomes de Deus e, depois, de Nati Valim de Carvalho e Priscila Kerr N. Cuttin. Em 1969, tornou-se regente do coral da igreja, no qual esteve até 1988, quando licenciado ao Sagrado Ministério assumiu o trabalho pastoral na, então, Congregação Presbiteriana do Marapé. Tutelado do rev. Calvino Batista Pereira, em cujo pastorado sentiu-se chamado ao ministério, quando incentivado e orientado por D. Maria Aparecida M. Osório, esposa do rev. Rubens Pires do Amaral Osório, na ocasião diretor do C. I. T., realizado no Seminário Presbiteriano de Campinas.

Eleito presbítero em abril de 1974, foi conselheiro da mocidade, da SAF e do coral da igreja, bem como representante junto ao Presbitério. Quando licenciado, foi designado pelo Conselho da igreja à direção da Congregação no Bairro do Marapé, vindo a ser seu primeiro pastor, quando organizada em igreja, em 1994, hoje Igreja Presbiteriana Manancial.

Filho, esposo, pai, avô, pastor, conselheiro, amigo e gente boa de conversa. Crente com espiritualidade profunda e devoção marcante ao Senhor Jesus Cristo. Evangelista e pregador da Palavra. De boa consciência e de bom testemunho. De coração amoroso e amor de coração. Enfim, rev. Cyro de Oliveira, in memoriam.

Que consolação de Deus seja com os familiares e conosco. A Ele seja ações de graças, louvor, honra e adoração, por intermédio de Cristo, em santificação do Espírito Santo.

Rev. J. A. Lucas Guimarães - SE/SLI

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