
O final do século passado legou ao seu sucessor, o século XXI, o movimento de políticas públicas comprometidas com a transparência. Essa palavra tornou-se a novidade do momento político, tão carente de credibilidade popular. Foi tanta ênfase que, ao tornar as contas da gestão pública acessível ao cidadão, parecia ter encontrado a política infalível de garantia do uso da coisa pública aos fins dados, sob publicidade do empreendido à verificação do cidadão, quanto ao seu resultado corresponder ao menor gasto à obtenção do maior benefício ou empreendimento. Transparência na administração pública era a novidade metodológica da política que o governo presbiteriano vivenciou desde as suas primeiras expressões no século XVI. E, posteriormente, influenciou as futuras nações modernas com o entendimento de que República e Democracia capengariam sem transparência.
No governo presbiteriano (calvinista) a transparência na destinação das ofertas recebidas pode ser considerado o outro motivo, juntamente com a sincera busca de fidelidade a Deus, da suficiência do ensino, sem uso de imprecações ao infiel ou manipulação da consciência do fiéis à adesão como contribuinte, que os dízimos e ofertas são para manutenção do culto a Deus. Aquele que é membro de igreja sob governo presbiteriano, sabe muito bem do que estou falando. As finanças da igreja passam por dois níveis de transparência: aprovação da prestação de conta da Tesouraria pela Assembleia Geral da igreja local, sob auditória do Conselho Fiscal, e apresentação obrigatória ao Concílio superior imediato, o Presbitério, para conhecimento e parecer sobre o movimento contábil anual disponibilizado, após análise em comissão e aprovação em plenário, sob convocação para fins dessa natureza, dentre outros.
Portanto, no início do mês de fevereiro, os Concílios jurisdicionados ao SLI estiveram em Reunião Ordinária para tomar conhecimento e auditar os relatórios dos ministros membros e dos Conselhos das igrejas jurisdicionadas, acompanhados dos relatórios de estatísticas dessas comunidades locais presbiterianas, que é reprodução do relatório aprovado pela Assembleia sobre a mobilidade da membresia e movimentação financeira.
O primeiro a se reunir, o Presbitério de São Vicente (PRSV) teve convocação para os dias 7 e 8, final da primeira semana de fevereiro, nas dependências da I. P. de Praia Grande/SP, sob a presidência do Rev. José Emiliano da Cunha, pastor da I. P. de Belas Artes em Itanhaém/SP. Com 8 igrejas sob jurisdição do PRSV, pastores e representantes das igrejas cumpriram a ordem conciliar, sob expressão da marcante comunhão vivenciada nas igrejas locais.



Na final da semana seguinte, no dia 15/2, compareceu à convocação, a se reunir ordinariamente na I. P. Jardim de Oração (Santos/SP), o Presbitério de Santos (PRST), sob a presidência do Rev. Vulmar D. de Rezende, pastor da I. P. de São Vicente/SP. A ordem conciliar foi mantida na reunião com a entrada de documentos pacíficos de resoluções. Teve destaque o anúncio pela Comissão de Estatística que, na soma da membresia das 9 igrejas jurisdicionadas, o PRST ultrapassou o número de 3.000 membros em 2024.



No mesmo final de semana, o Presbitério Vale do Ribeira (PVRB), sob a presidência do Rev. Maciel da Silva, pastor da I. P. Parque Nacional, esteve em sua 64ª Reunião Ordinária, onde vivenciaram dois fatos notáveis: a aprovação da proposta ao SLI de desmembramento de parte de suas 15 igrejas para criação de novo Concílio, o Presbitério Sul do Vale do Ribeira (PSVB), e aprovação da ordenação ao sagrado ministério do licenciado Vinicius Luciano G. Cardoso.




Às Comissões Executivas eleitas pelos Concílios ao corrente ano eclesiástico de 2025, o SLI as saúda com sentimento de gratidão a Deus, em reconhecimento à boa vontade de cada representante em se dispor a servir aos Concílios em cargos eletivos e certeza do benefício à obra do Senhor que, por certo, redundará da sábia direção em posse.
No final desse primeiro semestre, teremos a reunião ordinária ao biênio de 2025-2027. Com a eleição dos representantes, ocorrida nas mencionadas reuniões ordinárias dos Concílios, que todos já se sintam convidados à comemorarem, ordinariamente, os 20 anos do SLI.
À edificação da igreja e glorificação a Deus!
Fraternalmente em Cristo,
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