O final do século passado legou ao seu sucessor, o século XXI, o movimento de políticas públicas comprometidas com a transparência. Essa palavra tornou-se a novidade do momento político, tão carente de credibilidade popular. Foi tanta ênfase que, ao tornar as contas da gestão pública acessível ao cidadão, parecia ter encontrado a política infalível de garantia do uso da coisa pública aos fins dados, sob publicidade do empreendido à verificação do cidadão, quanto ao seu resultado corresponder ao menor gasto à obtenção do maior benefício ou empreendimento. Transparência na administração pública era a novidade metodológica da política que o governo presbiteriano vivenciou desde as suas primeiras expressões no século XVI. E, posteriormente, influenciou as futuras nações modernas com o entendimento de que República e Democracia capengariam sem transparência. No governo presbiteriano (calvinista) a transparência na destinação das ofertas recebidas pode ser considerado o outro motivo, juntame...
A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) quadrienalmente reúne-se em Supremo Concílio, nome de sua assembleia geral, para eleger a próxima diretoria (Comissão Executiva), fortalecer a comunhão, legislar na exclusividade de sua função e nomeação da liderança de suas autarquias. Com tantas frentes jurisdicionadas, constitucionais e doutrinárias, ela se serve da nomeação de comissões para analisarem os documentos recebidos e encaminhados à especialidade de uma comissão, conforme o teor de conteúdo. Tem sido constante a ação do Supremo Concílio da IPB (SC/IPB) em submeter um tema específico, que merece ter audição da igreja em todo território nacional, cujo assunto pode causar danos à comunhão, como dinâmica de bom ajustamento à glória de Deus, e aos princípios da confissão de fé adotados pelo IPB, nomear uma Comissão Especial para elaborar um documento representativo e normativo, se aprovado, da voz pastoral e educadora presbiteriana. Esse documento tem sido chamado de Carta Pastoral. No XX...
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